Nesse feriado de finados finalmente fui desbravar o Rio de Janeiro… e não é que a cidade maravilhosa é mesmo maravilhosa?
Eu, Adolfo e Salbego pegamos nossas mochilas e fomos pra lá no sábado de manhãzinha de avião (GOL R$89) para curtir o feriadão. Ficamos em um albergue de Ipanema, lugar perfeito…
Apesar de ser mochilão, aproveitamos pra fazer os passeios bem turísticos, que incluíram o Cristo, Pão de Açúcar, praias, entre outras coisas. Mas como sempre, o que me chama a atenção é o que não é tão procurado, o que foge do cartão postal. Apesar de famosa, Santa Teresa não é um dos destinos obrigatórios dos turistas. Mas deveria ser! Andar naquele bondinho pelas ladeiras estreitas é realmente sentir a nostalgia carioca…
Nos próximos posts vou detalhar essa viagem inesquecível, marcada por ótimas companhias, amizades novas, vistas deslumbrantes e um sentimento de “quero morar no Rio” ao som de “Do leme ao pontal”, trecho da música que acabou virando tema da nossa viagem. Até mais!
* Ah, só pra constar, essa foto sensacional foi tirada por nós sim!
Finalmente está chegando o feriado de Finados. Parece ontem o dia em que eu meu amigo Adolfo achamos as passagens baratas (R$89) pro Rio de Janeiro e decidirmos fazer um mochilão pra cidade maravilhosa. Convenhamos, é um absurdo a gente não conhecer a cidade. Outro amigo, o Salbego, também recebeu o convite e irá conosco nesta aventura.
Nesta quarta, 28 de outubro, nós três nos reunimos no The Fifties da Alameda Santos pra programar a viagem e fazer um pequeno roteiro. Depois demos um pulo no Starbucks pra completar o dia feliz…
Mas imaginar que já é depois de amanhã que embarcamos, hein? Voilà!
Há exatos 2 anos estive num lugar que me deixou com inveja dos moradores de Belo Horizonte, o Soho Pub, na Savassi. O clima descontraído, os jogos de tabuleiro (inclusive o saudoso Pula Pirata) e o chopp liberado cada vez que um sininho tocava até que a primeira pessoa fosse ao banheiro fez do bar um dos meus preferidos…
Agora, depois desses anos curtindo a inveja dos belo-horizontinos eis que meu amigo Salbego descobriu um bar tão divertido quanto aqui em São Paulo: a Ludus Luderia.
“Um espaço irreverente, para beber, comer, conversar e… jogar. Interagindo com outras pessoas e amigos.
Cerveja gelada, boa comida, drinks clássicos e mais de 450 jogos, entre nacionais e importados. Os monitores de jogos da casa auxiliam na escolha e ensinam a jogar.”
Ludus Luderia
É assim que a Ludus se autodefine. E quem vai lá comprovar, vê que é tudo verdade!!! Por R$18 (sextas, sábados e feriados), R$15 aos domingos e R$10 (quarta e quinta) você adquire o couvert lúdico e tem passe livre pra se divertir a noite toda com jogos nacionais e importados, de clássicos como Monopoly a novidades como o engraçadíssimo Pit.
Quem for com turma e não estiver afim de uma jogatina muito séria, fica a dica do lançamento Pictureka e dos importados Pit, Dancing Eggs e Snorta. A risada está garantida!
Batata Frita no balde
Tem ainda campeonatos temáticos, disputa entre as mesas e sorteios de brindes. As bebidinhas e comidinhas levam nomes de jogos também e o destaque vai pra Jenga Gigante, uma porção de batata que vem num balde (R$27), e a Original gelada de 600ml (R$5,80). O único ponto fraco da casa é a confusão na hora de fechar a comanda, já que as porções normalmente são passadas em uma só comanda e depois divididas por quem comeu. A moça do caixa se confunde sempre e chegou a exigir que eu passasse meu cartão de débito 2 vezes. Mas vale esse desconforto pela diversão que vai até às 3h nos fins de semana!
No feriado de 12 de outubro foi a segunda vez que fui ao bar e é muito bom. Claro que levei a turma (Adolf e Rach) e meus primos de fora que estavam em São Paulo (Tábata, Gustavo, Iago e Renata). Pena que faltou o Salbego… Fica a dica!
Depois de colocar a mochila nas costas e bater pernas por Peru, Bolívia, Argentina, Uruguai e Chile percebi que tinha um lugar – um dos mais famosos do mundo – que eu ainda não conhecia: o Rio de Janeiro. O máximo que fiquei na cidade foram menos de 24h e trabalhando em 2008 (como na foto ao lado). Agora, em época da febre Rio 2016, nada melhor do que planejar uma viagem pra cidade maravilhosa.
É por isso que eu e meus amigos Adolfo e Salbego vamos embarcar no dia 31/10 para lá. As passagens já foram compradas há 1 mês pela GOL (estavam em promoção: R$89 cada trecho). Vamos no sábado e voltamos na segunda, feriado.
Essa semana foi de correria para escolher os albergues… os que gostávamos não tinham vaga ou não tinham quartos triplos, ou então eram 9 pessoas num mesmo quarto, etc. Como teremos só 3 dias na cidade, melhor garantir o descanso e por isso reservamos hoje um quarto quádruplo pra nós três no Adventure Hostel. A diária é de R$55 pra não associados ao Hosteling International, espero que seja bom.
Hoje contamos também com uma ajuda de peso, o Ricardo Freire, da Band News FM que se autodefine: “viajante profissional”. Ouça abaixo:
Estou muito feliz, fiz um relato da viagem para o Portal Onne. Falei sobre a ida ao Restaurante Giratório em Santigo, que foi uma experiência muito interessante.
Quem quiser conferir, é só clicar na imagem abaixo.
Depois de dormir as 12h de viagem de Puerto Varas a Santiago, fui acordado às 7h30 da manhã pelo “rodomoço” que queria servir café da manhã e, para isso, acendeu todas as luzes do ônibus. A comida estava boa, um sanduíche, café – de canudinho de novo – e uma fruta. O melhor é economizar na alimentação, isso sim!
Cheguei no Terminal Los Héroes às 8h30 e peguei o metrô até o Terminal Alameda, onde eu tinha visto que havia um hotel expresso pra viajantes, aí eu poderia tomar banho, pois já tinha 24h que estava na estrada. Mas a surpresa foi melhor, encontrei lá um baño privado, mais barato que o hotel, e que você pagava por meia hora e tinha um banheiro só seu ($3950 – US$4). Foi ótimo, pude tomar banho e trocar de roupa.
Depois fui correndo até um supermercado próximo comprar algumas garrafas de cerveja para levar pro Brasil. O difícil foi arrumar uma caixa e embalar, mas deu tudo certo. Voltei pro Terminal Alameda e peguei o ônibus pro aeroporto ($1700 – US$3,2) às 10h45 e 11h30 eu já estava lá.
Me divertindo no avião
O voo de volta ao Brasil saiu às 12h50 (horário chileno) e foi ótimo, serviu almoço e vim assistindo um filme daquele Zac Efron, “17 Outra Vez”, eu acho. Tinha até o “Se Eu Fosse Você 2″ disponível, show! O que não faltou durante a viagem foi cerveja, foram umas quatro para a volta não ser tão depressiva.
Cruzar a Cordilheira dos Andes com o céu azul foi uma espécie de presente, como se o Chile estivesse se despedindo. A imagem é impressionante (vídeo abaixo) e lindíssima.
Cheguei em Cumbica às 17h50, comprei algumas coisas no free shop e fui para Congonhas no ônibus da própria TAM. Depois um taxi (R$12 – US$6) até em casa e pronto! Era hora de desarrumar a mochila, organizar as compras e pedir uma pizza (R$16 – US$8) tomando cerveja Brahma Extra de 1L que eu trouxe pra comemorar!
Balanço
Esses últimos 10 dias foram incríveis, cada centavo investido valeu a pena e agora mais do que nunca me lembro de uma frase que aprendi quando era pequeno: “Tudo que é bom dura o tempo necessário para se tornar inesquecível”.
Queria muito agradecer a todo mundo que acompanhou aqui pelo blog, que deixou seu comentário, que mandou recado e torceu por mim nesse mochilão. Nos próximos dias, para não abandonar o blog, vou postar algumas curiosidades da viagem, alguns números, etc. E em breve tem mais um mochilão, já vou começar a montar o roteiro, rs!
Obrigado!
Terminal Alameda – último dia em Santiago
Deprê na ida para o aeroporto de Santiago
Aeroporto de Santiago
Me divertindo no avião
Voo Santiago – São Paulo
Cruzando a Cordilheira dos Antes
Cordilheira dos Andes. As nuvens estão sobre a cidade de Mendoza, na Argentina
Hoje acordei cedo, 6h30, pra pegar o ônibus de Bariloche pra Puerto Varas. Mas foi aí que, na hora de fechar as malas veio o susto: onde estava minha carteira, que tinha a passagem, todo meu dinheiro e cartões? Sumiu! Fiquei louco, revirei o hostel, acordei o povo, olhei debaixo das camas e nada… veio o desespero, o que eu ia fazer em outro país sem lenço e sem documento?
Se eu perdesse aquele ônibus, perderia, consequentemente o avião de Santiago pra São Paulo no dia seguinte. Foi aí que lembrei do meu santo de devoção, São Longuinho, e prometi 35 pulinhos. E não é que veio a luz? Fui na lavanderia do hostel e lá estava minha carteira, caída no chão, debaixo da máquina de lavar. Eu tinha ido lá na noite anterior deixar meu celular carregando, já que era um lugar pouco frequentado e não correria o risco de alguém mexer.
Passado o susto, fui correndo de taxi pra rodoviária. Por sorte a corrida deu $12 (US$3,5), pois eu só tinha $14 pesos argentinos. A viagem foi ótima, até às 9h30 acompanhado da lua e logo em seguida o nascer do sol em meio aos Andes, com direito a café de canudinho. Mas o ceú claro durou pouco, logo veio novamente a neve nessa outra fronteira com o Chile (não foi a mesma que atravessei na ida pra Bariloche) acompanhada de muita chuva.
É interessante ver como o Chile é o Chile. Na fronteira com a Argentina, mesmo de ônibus, tem cão farejador, raio-X e tudo mais, estilo aeroporto. Implicaram até com o meu dulce de leche, porque não se pode entrar com simplesmente nada de origem animal ou vegetal, nem sanduíche de presunto. Um coitado do meu lado teve que comer o dele às pressas pra não pagar multa.
Cassino de Puerto Varas
Cheguei a Puerto Varas às 13h30 – horário chileno -, uma cidade pequenininha, simpática, com casas de madeira e colonização alemã. Esse lugar charmoso fica na Región de Los Lagos, a 1000Km ao sul de Santiago e às margens do lago Llanquiue, de onde é possível ver o vulcão Osorno, a 65Km de distância. Ops, de onde pelo menos era pra ter visão do vulcão, porque mais uma vez o tempo estava fechado e não vi nada. Os vulcões não gostam de mim. Voltei do Chile sem ver nenhum vulcão, porque o mesmo tinha acontecido em Pucón.
Mas aproveitei, conheci a cidade, almocei nhoque ($3500 – US$7) e fui gastar umas “platas” no Casino de Puerto Varas. Só pra entrar $2600 (US$5), sem contar o que as máquinas me roubaram. Não ganhei nem um copo d’água! Mas foi divertido, exceto que quando fui tirar foto veio segurança de tudo quanto é lado proibindo.
Orla do Pacífico em Puerto Montt
Passado isso, eram umas 16h e não tinha mais o que conhecer debaixo de chuva, foi então que deu a louca, peguei um ônibus e fui pra vizinha Puerto Montt. Há 20Km de Puerto Varas, essa cidade de 180 mil habitantes é capital da província de Llanquihue e da Región de Los Lagos. Banhada pelo Oceano Pacífico – só descobri isso agora, porque enquanto estava lá achei que fosse um lago grande (risos) -, Puerto Montt sugere uma lembrança daquelas cidades pesqueiras norte-americanas, como a de “Moby Dick “, por causa das casas antigas de madeira das mais diversas cores. Há alguns anos, a famosa Rodovia Panamericana, que começa no Alaska, terminava ali, mas hoje vai um pouco além. O passeio foi rápido, de menos de 2h, mas apesar da chuva, deu pra admirar a cidade, que junta toques de “porto abandonado” com o moderno de shoppings e comércio agitado.
Voltei pra Puerto Varas correndo, onde peguei o ônibus (salón cama $20.000 – US$40) às 19h25 para Santiago. O ônibus era excelente, com apenas 3 poltronas por fileira, jantar e café da manhã, filme “La Era de Hielo 3″, cobertor e travesseiros… dormi pelas 12h até Santiago!
Sabe aquele dia que vale por tudo, por toda a economia gasta, por todos os apuros, riscos de gripe suína, quartos compartilhados, chuveiros frios e horas de viagem? Pois é, essa quarta valeu por tudo! Conhecer o Cerro Catedral em Bariloche e fazer snowboard foi simplesmente incrível e inesquecível.
Eu e a Julia acordamos de madrugada hoje, pelo menos pros parâmetros daqui, já que só amanhece às 9h30. Às 8h já estávamos no ponto esperando o circular para o Cerro Catedral ($6 – US$1.6). Como contei ontem, nós já havíamos contratado tudo, então foi só chegar, pegar os equipamentos e aguardar o instrutor.
Enquanto isso, vimos o nascer do sol lá do alto do cerro, num frio inimaginável, onde só se via neve e o sol. Lindo! No meio disso, olhem como o mundo é pequeno, encontrei o Hernan, o Argentino professor de snowboard que conheci no Peru e viajamos juntos no primeiro mochilão. Pra quem não se lembra, segue uma foto.
Foi então que o instrutor John chegou – super gente fina – e nos ensinou por 2h algumas manobras de snowboard. Era uma pista meio lotada, cheia de gente aprendendo e o maior medo era atropelar alguém. Mas não demorou muito e eu já caí, fui atropelado, atropelei…
Sanduíche caseiro pra economizar
Depois das aulas, uma pausa pro almoço, um sanduíche que nós fizemos e levamos, afinal onde tem só coisa cara não pode faltar mochileiro farofeiro! Estava ótimo e economizamos pelo menos uns $50 dos restaurantes do Cerro Catedral, que aliás, é cheio de lojas, shoppings e cafés.
De volta ao snowboard, agora sozinhos, foi vez de levar mais tombos, mas também de já fazer algumas boas manobras e descer a pista sem cair. Foi então que descobri que o passe que nós tínhamos era pra todas as pistas, incluindo as intermediárias e avançadas, então lá fomos nós de teleférico pro alto da montanha.
Ao chegar lá, debaixo de muita neve, a altura dava muito medo e fiquei receoso de não conseguir fazer nada. Mas a Julia já se jogou morro abaixo, caindo, levantando, e lá fui eu atrás. Demais! As pessoas passavam por nós e diziam que éramos loucos, que lá era todo mundo experiente. Mas eles caíam também…
Afinal o dia foi incrível, até mesmo a espera de 1h pra voltar de circular, tudo valeu a pena! Chegamos a Bariloche – ou Brasiloche, afinal hoje nem precisei arranhar no espanhol já que só tinha brasileiro – só às 20h30, num vendaval e muito frio. Tomei banho, arrumei a mochila e amanhã às 8h parto de volta pro Chile, com um bônus de viagem: às 14h chego em Puerto Varas, uma cidade que incluí por acaso no roteiro, onde fico até à noite, quando pego o ônibus pra Santiago.
Depois conto tudo! Valeuuu, adeus Bariloche!!!!
Ônibus para o Cerro Catedral
Amanhecer no Cerro Catedral
Amanhecer no Cerro Catedral
Agora sim, neve de pertinho
Cerro Catedral
Escolhendo os equipamentos
Primeiros ensinamentos da aula: colocar o snowbard
Aula de snowboard
Sanduíche caseiro pra economizar
Já tentando fazer snowboard sem professor
Ajeitando o prancha
Ficar em pé no começo é o mais difícil
Snowboard
Já um pouco melhor
Olha pra frente, olha o equilíbrio
O primeiro tombo a gente nunca esquece
Snowboard
Nessa fui até longe!
Mandando até que bem!
Sou o laranja aí, atropelando as pessoas
Cerro Catedral
Tomando “coragem” pra enfrentar as pistas avançadas
No teleférico rumo às pistas mais altas do Cerro Catedral
No teleférico
Vista do alto do Cerro Catedral
A pista ali atrás é a de intermediários, a primeira que arrisquei lá em cima
Essa é uma das avançadas, que medo!
Pegando mais teleférico até outra pista
O tempo fechou e começou a nevar muito
Objetos enviados por amigos no Cerro Catedral
Agradecimento
Não posso deixar de agradecer a Raquel, dona daquele gatinho que está junto dos objetos enviados pelos amigos, que me emprestou o casaco que me salvou do frio da neve hoje!
Hoje acordei bem cedo, umas 7h, quando os meus “colegas” de quarto, todos gringos, resolveram levantar na maior barulheira para ir esquiar. Eu, lá em cima da beliche mais alta que já vi na vida, tive que levantar. Tomei um excelente café – incluso no preço do hostel – com croissants e muito dulce de leche e saímos, eu e a Julia, para conhecer a cidade.
Lago Nahuel Huapi
Estava simplesmente gelado, menos de 3 graus às 10h da manhã, tanto que as poças de chuva do dia anterior estavam congeladas. Fomos ao centro cívico – cheio de lojas – e à orla do Lago Nahuel Huapi, com os Andes cheios de neve ao fundo, linda a vista. Depois saímos em busca de um pacote para poder esquiar no Cerro Catedral amanhã. Sim, tudo é caro. Nosso pacote com equipamento + tickets + teleférico + instrutor por 2h saiu $295 – US$76, sem contar da roupa que tive que alugar, mais $57 – US$15. Mas tudo bem, acho que vai valer a pena!
Depois almoçamos bife de chorizzo com papas fritas ($26 – US$7.5) e fomos à rodoviária compras as passagens de volta. Eu pra Punta Arenas, no Sul do Chile, e ela pra Puerto Madryn, na costa Argentina.
Loja Havanna em Bariloche
Depois fomos ao supermercado comprar alguns pães, salame e queijo pra fazer sanduíches pra levar pras aulas de snowboard, porque dizem que os preços lá no cerro são assustadores. Depois tomamos uma cerveja e eu voltei ao centro cívico pra comprar algumas coisas, como alfajores Havanna, como não?
Verdade seja dita Bariloche me decepcionou um pouco. A cidade é bonitinha, mas é suja, mal organizada, mal cuidada e as lojas se amontoam. A paisagem é linda demais, mas a cidade em si deixa a desejar. Ontem estive, no caminho do Chile pra cá, em San Martin de Los Andes – uma cidade que tem as mesmas atraçoes daqui, como neve, esqui, lagos, etc – e achei bem mais bonita, cheia de casinhas e chalés de madeira. Aqui é meio amontoado, talvez por ter muitos morros. Mas tá valendo!