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No ônibus

No ônibus rumo ao Corcovado

Nosso último dia começou cedo. Acordamos às 8h da manhã, tomamos café e saímos em comboio para o Corcovado. Além da Carla, que havíamos conhecido no dia anterior, Dani e Susana – outras duas hóspedes do hostel, se juntaram a nós.

Pegamos o ônibus circular até a estação Cosme Velho, de onde sai o trem para o Corcovado. É longe! De Ipanema até lá levamos quase 1h, mas a paisagem compensa a “viagem”… Só que ao chegarmos à estação, estava tão cheio que descobrimos que a fila de espera era de mais ou menos 1h30. Foi então que decidimos subir o morro de van. O preço é o mesmo (R$40 – transporte + ingresso pro Cristo), só que com a van você tem direito a visitar o Mirante Dona Marta, de onde é possível ter uma vista de tirar o fôlego da cidade e bem menos disputada que o Cristo. Vale parar e tirar muitas fotos.

Mirante Dona Marta

Mirante Dona Marta com Corcovado ao fundo

De volta ao carro, conhecemos mais pessoas de diversos lugares: o Tomaz de Natal e mais 3 meninas, uma de Salvador, outra de Aracaju e a outra de São Paulo. Foi bem legal, rimos muito e isso ajudou a suportar o calor de 36º sem ar condicionado. Diz o motorista que se ligasse o ar a van não conseguia subir o morro. Papo furado!

Ao chegar lá em cima, quando você pensa que já superou a espera do trânsito, você se engana. Tem então que pegar uma fila, outra van (oficial do Corcovado) e depois escolher pegar a fila do elevador ou então subir pela escada antiga. Fomos pela escada mesmo… apesar de algumas nuvens, ver o Cristo de perto é como carimbar o passaporte com a frase “estive no Rio de Janeiro”. Sem contar a vista de toda a cidade, a Lagoa, as praias… lindo demais!

Cristo Redentor

Cristo Redentor

Vale ainda parar num barzinho e tomar uma cerveja (R$4) para apreciar a vista e conversar com os amigos…

De volta à cidade, combinamos de almoçar em Copacabana. Fomos eu, Adolf, Salbego, Dani, Carla e Tomaz. Dividimos um churrasco misto (R$40) à beira-mar e, claro, tiramos a tradicional foto em frente ao Copacabana Palace… foi ótimo!

A única coisa triste é que já era hora de ir embora… tomamos então uma lotação (R$2) de volta para Ipanema, pegamos nossas mochilas e partimos de taxi (R$30) rumo ao aeroporto Santos Dumont… adeus, Cidade Maravilhosa, até a próxima!

Santa Teresa

Santa Teresa

Depois de conhecer o Pão de Açúcar, pegamos um ônibus para o centro da cidade, que estava completamente vazio, já que era um domingo no meio de um feriado. Esperamos, esperamos e como não passou nenhum ônibus para Santa Teresa, pegamos um taxi (R$10) até o Largo dos Guimarães. Assim que você começa a subir as ladeiras do bairro, as surpresas já começam: casarões, os trilhos do bonde, ruas de paralelepípedos… parece que de uma hora pra outra você simplesmente saiu do Rio de Janeiro.

Santa Teresa surgiu após a criação do convento de mesmo nome no século XVIII e foi reduto da classe alta da época, o que explica os casarões e mansões inspirados na arquitetura francesa. O bonde veio em 1872. Hoje o bairro é um pólo gastronômico e cultural.

Chegamos no largo já umas 15h e estávamos mortos de fome. Visitamos vários dos

Bar Marcô em Santa Teresa

Salbego, Carla, Adolf e eu

restaurantes (para todos os gostos, de japonês a alemão) e escolhemos o Bar Marcô. O ambiente era ótimo, um casarão antigo com música ao vivo… foi inesquecível comer a melhor feijoada da minha vida (R$40 para 2 pessoas) ao som de “Garota de Ipanema”. A Carla, que conhecemos no Pão de Açúcar, também nos acompanhou…

Terminado o almoço, fomos pegar o bonde para rodar pelo bairro. Como demora a passar… mas quando você embarca nele, faz uma verdadeira viagem no tempo. A passagem é irrisória, apenas R$0,60. Subimos até o alto de Santa Teresa e voltamos para a Estação Carioca, no centro da cidade. Vale citar que o bonde também passa por cima dos famosos arcos da Lapa.

Demais, um passeio incrível, que te faz perceber que existe muito mais além daquele Rio de Janeiro só de praias…

Pão de Açúcar

Bondinho do Pão de Açúcar

Segundo dia na cidade maravilhosa! A noite no Adventure Hostel foi ótima, apesar de o ar condicionado não ter funcionado. A surpresa maior veio no café da manhã, o melhor do todos os hostels que já fiquei: pão, frios, sucos, frutas, café, chocolate e bolo de chocolate.

Acordamos cedo e fomos pegar o ônibus rumo ao Pão de Açúcar. No ponto de ônibus, conhecemos a Carla, que é de Santos e estava viajando sozinha. Virou nossa amiga na mesma hora!

Como chegamos cedo, não pegamos fila para o bondinho, que tem o preço muito salgado: R$44, mas vale o passeio. A primeira parada é no morro da Urca (eu não sabia que o bondinho tinha “escala”, rs) e só depois de trocar de bondinho é que você chega literalmente ao Pão de Açúcar. A vista é linda. De um lado a Baía de Guanabara, de onde pode-se ver Niterói, a ponte Rio-Niterói, o aeroporto Santos Dumont, o Flamengo, a Enseada de Botafogo, a Marina da Glória, entre outras. Do outro lado, dá pra ver o mar, a praia de Copacabana e, claro, o Cristo Redentor. Uma vista de tirar o fôlego de qualquer um.

Pão de Açúcar

Salbego e eu no Pão de Açúcar

No alto do Pão de Açúcar, vale sentar pra apreciar a vista e, claro, acompanhado de uma Bohemia gelada (R$4) e de boas companhias como Salbego, Adolf e agora o novo membro do grupo, a Carla. Pra quem gosta de souvenirs, lá em cima é cheio também, claro. Só não espere preços baratos.

Uma outra surpresa que esse passeio proporciona é a possibilidade de ver de perto vários micos. Um inclusive passou correndo no chão perto de mim… quase chutei achando que fosse um gato!!! Ufa!

Rio de Janeiro

Ipanema - Segundos antes da "tragédia" da Lagoa

Conforme prometido, aí vai a história da Lagoa Rodrigo de Freitas.

Era o primeiro dia ainda no Rio de Janeiro e nós tínhamos planejado visitar a lagoa só no domingo. Mas como ficava só a 2 quadras do hostel, eu e o Adolf fomos lá conferir. No caminho até combinamos de não tirarmos fotos, pra guardarmos pro dia seguinte, quando seria a “visita oficial”.

Mas ao chegar, conferir a vista lindaaaaa, decidi tirar pelo menos uma foto. Foi quando pedi pro Adolf bater a tal foto, mas ele estava de costas e, ao virar atendendo o meu chamado, esbarrou em mim e minha câmera foi parar dentro da lagoa. Por sorte estava com a capinha e imaginem meu desespero vê-la boiando lá embaixo (as margens ficam bem altas, quase 2 metros de altura). Não pensei em mais nada, tirei a bermuda e me joguei lá dentro… sem nem saber se era fundo.

Rio de Janeiro

Lagoa Rodrigo de Freitas

Consegui recuperar a câmera, mas ela nunca mais ligou. Imaginem o climão, já que fazia só 1 mês que eu tinha comprado? Claro que foi um acidente e logo nos recuperamos, fazer o quê? Sorte que o Adolf tinha levado a dele e que o chip sobreviveu pra contar história…

Resultado: a visita “oficial” à Lagoa Rodrigo de Freitas foi cancelada, hhahaha!

A câmera já está na assistência, vamos ver se tem “cura”.

Rio de Janeiro

Aeroporto de Congonhas

Eu, Salbego e Adolfo saímos de casa às 6h30 rumo a Congonhas para pegar o voo das 7h40 (GOL – R$89) para o Rio de Janeiro. Era a primeira vez de todos nós na cidade maravilhosa e a ansiedade era grande. Nenhum dos três conseguiu dormir direito… O voo foi ótimo, em 35 minutos estávamos no aeroporto Santos Dumont, de onde pegamos um taxi (ridículos R$21 – como é barato taxi no RJ) para o Adventure Hostel em Ipanema (R$55 a diária em quarto compartilhado – nós pagamos R$70 pra ficar com o quarto quádruplo só pra nós).

O albergue pareceu simpático, mas como chegamos às 9h30 da manhã, não pudemos entrar

Rio de Janeiro

Ipanema

nos quartos, largamos nossas mochilas na recepção e fomos para a praia de Ipanema, a 3 quadras. Em pouco tempo já estávamos sentados num quiosque tomando chopp sob o sol escaldante. Eu e o Adolf fomos dar uma volta, passamos pelo Leblon e voltamos pra mais algumas cervejinhas. Caiu até uma chuvinha pra refrescar…

De volta ao hostel, nos ajeitamos e fomos almoçar no Sindicato do Chopp, sugerido pelo pessoal do albergue. Uma coisa é fato: comer no Rio de Janeiro não é das coisas mais baratas do mundo. Dividimos um churrasco misto e cada um pagou uns R$30. Mas o lugar é muito agradável e com ar condicionado.

Saindo dali, eu e Adolf fomos dar mais uma volta e resolvemos conhecer a Lagoa Rodrigo de Freitas, onde um fato que por pouco não virou uma tragédia aconteceu. Mas conto no post seguinte sobre o “tchbumm” que minha câmera nova resolveu dar…

Rio de Janeiro

Eu, Salbego e Adolf na Lapa

Mais à noite, resolvemos conhecer Santa Teresa, mas como começou a anoitecer, ficamos com um pouco de receio e fomos direto pra Lapa. Sinceramente, esperava mais do tão falado bairro boêmio carioca, mas foi divertido passar a noite no Bar do Garrafa (sem couvert – cerveja Original R$7). Chegamos cedo, umas 19h, e quando começou a ficar lotado, quase insuportável – lá pelas 23h30, fomos embora.

Pra fechar a noite, uma caminhada pelo calçadão de Ipanema e algumas cervejinhas… Boa noite Rio!!!

Rio de Janeiro

Rio de Janeiro

Nesse feriado de finados finalmente fui desbravar o Rio de Janeiro… e não é que a cidade maravilhosa é mesmo maravilhosa?

Eu, Adolfo e Salbego pegamos nossas mochilas e fomos pra lá no sábado de manhãzinha de avião (GOL R$89) para curtir o feriadão. Ficamos em um albergue de Ipanema, lugar perfeito…

Apesar de ser mochilão, aproveitamos pra fazer os passeios bem turísticos, que incluíram o Cristo, Pão de Açúcar, praias, entre outras coisas. Mas como sempre, o que me chama a atenção é o que não é tão procurado, o que foge do cartão postal. Apesar de famosa, Santa Teresa não é um dos destinos obrigatórios dos turistas. Mas deveria ser! Andar naquele bondinho pelas ladeiras estreitas é realmente sentir a nostalgia carioca…

Nos próximos posts vou detalhar essa viagem inesquecível, marcada por ótimas companhias, amizades novas, vistas deslumbrantes e um sentimento de “quero morar no Rio” ao som de “Do leme ao pontal”, trecho da música que acabou virando tema da nossa viagem. Até mais!

* Ah, só pra constar, essa foto sensacional foi tirada por nós sim!

The Fifties

The Fifties

Finalmente está chegando o feriado de Finados. Parece ontem o dia em que eu meu amigo Adolfo achamos as passagens baratas (R$89) pro Rio de Janeiro e decidirmos fazer um mochilão pra cidade maravilhosa. Convenhamos, é um absurdo a gente não conhecer a cidade. Outro amigo, o Salbego, também recebeu o convite e irá conosco nesta aventura.

Nesta quarta, 28 de outubro, nós três nos reunimos no The Fifties da Alameda Santos pra programar a viagem e fazer um pequeno roteiro. Depois demos um pulo no Starbucks pra completar o dia feliz…

Mas imaginar que já é depois de amanhã que embarcamos, hein? Voilà!

Ludus Luderia

Ludus Luderia

Há exatos 2 anos estive num lugar que me deixou com inveja dos moradores de Belo Horizonte, o Soho Pub, na Savassi. O clima descontraído, os jogos de tabuleiro (inclusive o saudoso Pula Pirata) e o chopp liberado cada vez que um sininho tocava até que a primeira pessoa fosse ao banheiro fez do bar um dos meus preferidos…

Agora, depois desses anos curtindo a inveja dos belo-horizontinos eis que meu amigo Salbego descobriu um bar tão divertido quanto aqui em São Paulo: a Ludus Luderia.

“Um espaço irreverente, para beber, comer, conversar e… jogar. Interagindo com outras pessoas e amigos.

Cerveja gelada, boa comida, drinks clássicos e mais de 450 jogos, entre nacionais e importados. Os monitores de jogos da casa auxiliam na escolha e ensinam a jogar.”

Ludus Luderia

Ludus Luderia

É assim que a Ludus se autodefine. E quem vai lá comprovar, vê que é tudo verdade!!! Por R$18 (sextas, sábados e feriados), R$15 aos domingos e R$10 (quarta e quinta) você adquire o couvert lúdico e tem passe livre pra se divertir a noite toda com jogos nacionais e importados, de clássicos como Monopoly a novidades como o engraçadíssimo Pit.

Quem for com turma e não estiver afim de uma jogatina muito séria, fica a dica do lançamento Pictureka e dos importados Pit, Dancing Eggs e Snorta. A risada está garantida!

Batata Frita no balde

Batata Frita no balde

Tem ainda campeonatos temáticos, disputa entre as mesas e sorteios de brindes. As bebidinhas e comidinhas levam nomes de jogos também e o destaque vai pra Jenga Gigante, uma porção de batata que vem num balde (R$27), e a Original gelada de 600ml (R$5,80). O único ponto fraco da casa é a confusão na hora de fechar a comanda, já que as porções normalmente são passadas em uma só comanda e depois divididas por quem comeu. A moça do caixa se confunde sempre e chegou a exigir que eu passasse meu cartão de débito 2 vezes. Mas vale esse desconforto pela diversão que vai até às 3h nos fins de semana!

No feriado de 12 de outubro foi a segunda vez que fui ao bar e é muito bom. Claro que levei a turma (Adolf e Rach) e meus primos de fora que estavam em São Paulo (Tábata, Gustavo, Iago e Renata). Pena que faltou o Salbego… Fica a dica!

Jogando Dancing Eggs

Jogando Dancing Eggs

Pit, esse é o jogo!

Pit, esse é o jogo!

Forte de Copacabana

Forte de Copacabana

Depois de colocar a mochila nas costas e bater pernas por Peru, Bolívia, Argentina, Uruguai e Chile percebi que tinha um lugar – um dos mais famosos do mundo – que eu ainda não conhecia: o Rio de Janeiro. O máximo que fiquei na cidade foram menos de 24h e trabalhando em 2008 (como na foto ao lado). Agora, em época da febre Rio 2016, nada melhor do que planejar uma viagem pra cidade maravilhosa.

É por isso que eu e meus amigos Adolfo e Salbego vamos embarcar no dia 31/10 para lá. As passagens já foram compradas há 1 mês pela GOL (estavam em promoção: R$89 cada trecho). Vamos no sábado e voltamos na segunda, feriado.

Essa semana foi de correria para escolher os albergues… os que gostávamos não tinham vaga ou não tinham quartos triplos, ou então eram 9 pessoas num mesmo quarto, etc. Como teremos só 3 dias na cidade, melhor garantir o descanso e por isso reservamos hoje um quarto quádruplo pra nós três no Adventure Hostel. A diária é de R$55 pra não associados ao Hosteling International, espero que seja bom.

Hoje contamos também com uma ajuda de peso, o Ricardo Freire, da Band News FM que se autodefine: “viajante profissional”. Ouça abaixo:

Estou muito feliz, fiz um relato da viagem para o Portal Onne. Falei sobre a ida ao Restaurante Giratório em Santigo, que foi uma experiência muito interessante.

Quem quiser conferir, é só clicar na imagem abaixo.

Destaque no Portal Onne

Destaque no Portal Onne

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